Porque eu Mereço!!!

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Sou merecedora.

Mereço tudo o que é bom.

Mereço exactamente tudo, completamente e inteiro. Agora aproximo-me apenas dos pensamentos de permissão e de positividade. Acolho todas as possibilidades, liberto-me em plenitude! 

Na minha mente, sou livre.

Agora transporto-me para um novo espaço de consciência, onde estou disposta a me ver de maneira diferente.

Estou decidida a criar novos pensamentos sobre mim mesma e sobre a minha vida.

O meu modo de pensar torna-se uma nova experiência.

Eu agora sei e afirmo que sou uno com o Poder de Prosperidade do Universo.

Assim, prospero de inúmeras maneiras.

Está diante de mim a totalidade das possibilidades.

Mereço vida, uma boa vida.

Mereço amor, uma abundância de amor.

Mereço boa saúde.

Mereço viver com conforto e prosperar.

Mereço alegria e felicidade.

Mereço a liberdade de ser tudo o que posso ser.

Mereço mais do que isso. Mereço tudo o que é bom.

O Universo está mais do que disposto a manifestar as minhas novas crenças.

Aceito esta vida abundante com alegria, prazer e gratidão, pois sou merecedora.

Eu a aceito; sei que é verdadeira.

Sou grata a Deus por todas as bênçãos que recebo.


Louise Hay

Simplificar a vida

Uma vida simples tem um significado diferente e um valor diferente para cada pessoa. Eu, que nunca fui consumista, significa livrar-me de algumas das complexidades da vida para poder passar mais tempo com as pessoas que amo e fazer mais coisas que gosto, ou seja, livrar-me da desordem, eliminando o desnecessário e manter o essencial, o que realmente tem valor.

- Livra-te de compromissos que não te agradam.
- Para de tentar ser perfeita.
- Implementa um programa de limpeza básica, simplificando os produtos que usas.
- Paga todos os créditos e depois corta os cartões e esquece que existem.
- Limpa a colecção de cd´s e mantém apenas os itens que gostas.
- Limpa a mala ou carteira.
- Escolhe apenas uma rede social.
- Começa o dia com uma refeição saudável.
- Faz uma tarefa de cada vez.
- Define metas.
- Adquire o hábito de apontar as boas ideias.
- Sê sempre honesta contigo e com os outros.
- Não te preocupes com o que as outras pessoas pensam de ti.
- Evita ver e ler anúncios.
- Planeja refeições antecipadamente.
- Aprende a pedir ajuda.

Minimizar na Cozinha


- Faz mais refeições vegetarianas. A carne além de ser cara é prejudicial à saúde;

- Come menos. Faz dozes mais pequenas. Geralmente comemos mais do que o necessário;

- Cultiva ervas aromáticas em casa. Até em apartamentos dá para pôr em pequenos vasos manjericão, salsa, coentros etc. 

- Substitui doces por frutas. 

- Substitui sumos por água com rodelas de limão ou laranja e deixa no frigorífico.

- Compra alimentos nos mercados locais. Os produtos, além de mais baratos, são mais frescos. 

- Consome alimentos sazonais. Os alimentos de época são mais baratos e frescos.

- Bebe café em casa, toma o pequeno-almoço em casa, leva comida para o almoço e janta em casa. 

- Usa ingredientes simples. 

- Faz receitas rápidas.

- Reaproveita os restos dos alimentos.

- Compra vegetais/legumes frescos em maior quantidade e depois congela.



Algumas dicas de alimentos baratos (e saudáveis) para teres sempre na despensa: 

- arroz integral (podes cozinhar e depois congelar por porções) 
- lentilha  (podes cozinhar e depois congelar por porções) 
- feijões  (podes cozinhar e depois congelar por porções)  
- frutas 
- verduras 
- legumes 
- massas 
- temperos e ervas 
- farinhas 
- alho 
- cebola
- tofu
- grão  (podes cozinhar e depois congelar por porções)
...

Depois da tempestade...


Essencialmente, és divina; por isso, qualquer coisa que te aconteça é apenas um momento passageiro. Não te deixes distrair por ele.

Se for um prazer, observa-o; 
Se for uma dor, observa-a. 

O prazer passa, a dor passa – são apenas como nuvens passageiras no céu infinito do teu ser.

O céu não é afetado pelas nuvens. Podem ser nuvens de chuva, podem ser lindas nuvens brancas, não importa – o céu permanece imaculado.


Osho

Poupar nas Compras

  • Não compres nada por impulso. Se encontrares uma boa oferta, pergunta-te se precisas realmente daquilo e se tens condições para pagar. O ideal seria ires para casa e, caso o produto realmente seja importante, voltares quando puder e adquirí-lo. É importante pesquisar antes de comprar também, mesmo que seja uma excelente promoção, pois podem haver lojas com o preço menor para o mesmo produto;
  • Guarda sempre a factura do que comprares; 
  • Quando receberes o ordenado paga logo as contas;
  • Planeja os pratos que farás durante a semana em casa; 
  • Verifica a despensa para saber o que tens e o que falta;
  • Faz uma lista de compras antes de sair; Evita comprar produtos que não estão na lista; 
  • Compara o preço de outras marcas do produto que estás acostumada; 
  • Come em casa antes de ires ao supermercado; 
  • Vê os produtos debaixo e os de cima, pois os lojistas colocam os mais caros e supérfluos na altura dos olhos; 

  • Nunca compres nada sem ler ou entenderes bem o contrato; 
  • Fica atenta às datas de pagamento;
  • Fica atenta aos juros; 
Tens mais dicas? Partilha-as connosco

A necessidade de se ser especial

Sempre que te sentires deprimida e te auto condenares, sem ao certo saberes o porquê, cuidado, pois esta é uma maneira de fugir de ti mesma. Este é um truque da mente. Em vez de compreender, a energia começa a mover-se para a condenação. 
A mente é muito esperta: no momento em que começas a ver algum facto, a mente salta sobre ele e começa a condená-lo.

Agora toda a energia torna-se condenação, então a compreensão é esquecida, posta de lado e a sua energia está-se a mover para a condenação, e condenar não ajuda em nada. Isso pode deixar-te depressiva, zangada, mas estando depressiva e zangada não mudas. Permaneces a mesma e moves-te para o mesmo círculo vicioso novamente e novamente.

Compreender é libertar, assim quando vês um certo facto não há nenhuma necessidade de condenares, não há necessidade de te preocupares com isso. A única necessidade é olhar para isso profundamente e compreendê-lo.

Se digo alguma coisa e isso lhe magoa — e esse é todo meu propósito: te magoar nalgum lugar —, desse modo tens que olhar no porquê isso te magoa, onde te magoa e qual é o problema; tens que ver isso. Olhando nisso, tentando te mover ao redor disso, olhando-o de todos os ângulos… Se condenares, não podes olhar, não podes abordá-lo de todos os ângulos. Já decidiste que era mau; sem dar a isso uma oportunidade, já julgaste.

Escuta o facto, penetra-o, contempla-o, dorme sobre ele e quanto mais fores capaz de observá-lo mais te tornarás capaz de sair fora dele. A habilidade de entender e a habilidade de sair fora disso são apenas dois nomes para o mesmo fenómeno.

Se compreendo uma certa coisa, sou capaz de sair fora disso, indo além disso. Se não compreendo uma certa coisa, não posso sair fora disso. Então a mente prossegue fazendo isso com todos; não é somente contigo.

Imediatamente saltas e dizes: “Isso está errado, isso não devia estar em mim. Eu não mereço, o meu relacionamento está errado e isso está errado e aquilo está errado”, e te sentes culpada. Agora toda a energia está a mover-se para a culpa e o meu trabalho aqui é tornar-te tão inocente quanto possível.

Portanto, o que quer que vejas não tomes isso de uma maneira pessoal. Isso não tem nada a ver particularmente contigo; é apenas a maneira de como a mente funciona. Se houver ciúmes, se houver possessividade, se houver raiva, é assim que a mente funciona.

A mente possui outro mecanismo: ou ela quer louvar ou ela quer condenar. Ela nunca está no meio. Por meio do louvor tornas-te especial e o ego é realizado; por meio da condenação também te tornas especial. Olha para o truque: de ambas as maneiras tornas-te especial! Ela é especial: ou ela é uma santa, uma grande santa, ou ela é a maior pecadora, mas de todo o modo o ego é preenchido. De qualquer maneira estás a dizer uma coisa — que és especial.

A mente não quer ouvir que ela é apenas ordinária. O ciúme, essa raiva, esses problemas de relacionamento e de ser. Eles são ordinários, todos estão neles. Eles são tão comuns como o cabelo.

Talvez alguém tenha um pouco mais, alguém tenha um pouco menos, alguém o tem preto e alguém o tem vermelho, mas isso não importa muito — eles são ordinários, todos os problemas são ordinários. Todos os pecados são ordinários e todas as virtudes são ordinárias, mas o ego quer se sentir especial. Ou ele diz que és a maior ou que és a pior.

Então apenas olha… Todos esses problemas são ordinários. Quais problemas estão lá, diz-me? Quais problemas sentes? Basta nomeá-los.

Eu tenho uma dor aqui, na minha testa.

Está a doer porque não estás a tentar entendê-la, então dói. Estás a condená-la; estás a dizer (para ti mesma): 
“Não devias estar deprimida. Isso não és tu, isso não é bom para a tua imagem, isso vai contra a tua imagem, isso torna-te uma mancha e és tão bonita! Por que estás deprimida?” — ao invés de compreender por que estás deprimida.

Depressão significa que de alguma maneira a raiva está em ti num estado negativo: a depressão é um estado negativo da raiva. A própria palavra é significativa — ela diz que algo está a ser pressionado; esse é o significado de deprimido. Estás a pressionar alguma coisa dentro e quando a raiva é pressionada demais ela transforma-se em tristeza. Tristeza é uma maneira passiva de estar zangada, uma maneira yin de ficar zangada.

Se removes a pressão sobre ela, ela transforma-se em raiva. Devias estar zangada sobre certas coisas da tua infância, mas não as expressas-te, daí a depressão. Tenta entender isso! E o problema é que a depressão não pode ser solucionada, devido a que ela não é o problema real. O verdadeiro problema é a raiva; e tu continuas condenada à depressão, dessa forma estás a lutar com sombras.

Primeiro olha no porquê de estares deprimida… Olhe bem e encontrarás a raiva. Muita raiva está em ti… Talvez em relação à tua mãe, em relação a teu pai, em relação ao mundo, em relação a ti própria, esse não é o ponto. Estás com muita raiva por dentro e desde a tua infância tens tentado ser sorridente, não ser zangada. Isso não é bom. Foste ensinada e aprendeste bem.

Portanto na superfície pareces feliz, na superfície continuas a sorrir e todos esses sorrisos são falsos. Bem fundo estás a reter muita raiva. Agora, não podes expressá-la então estás sentada sobre ela; isso é o que a depressão é; assim sente-te deprimida.

Deixa fluir, deixa que a raiva venha. Uma vez que surge a raiva a tua depressão irá embora. Nunca observas-te isso? Que às vezes após uma raiva verdadeira a pessoa sente-se tão bem, viva? Começa a fazer algo em casa. Hum? 

Faz esta meditação todos os dias… Vinte minutos serão suficientes.

Após o terceiro dia irás gostar tanto do exercício que será difícil esperares para o fazer. Isso te dará uma tal liberação e verás que a tua depressão está a desaparecer. Pela primeira vez irás realmente sorrir… Porque com essa depressão não podes sorrir, finges.

Uma pessoa não pode viver sem sorrisos então precisamos fingir, mas um sorriso fingido magoa muito… Não te torna feliz; simplesmente relembra-te como és infeliz.

Quando alguma coisa te magoa, isso ajuda. O homem está tão doente que sempre que algo é útil dói, toca alguma ferida nalgum lugar. Mas isso tem sido bom…

Osho